30
jan
Promoção Dia da Saudade

Hoje, dia 30/1, é comemorado o Dia da Saudade. E tem sentimento mais único do que esse? Tão único e significativo que até ganhou nome próprio na nossa língua. E por mais que muita gente associe a saudade com tristeza e nostalgia, ela está bem longe de ser algo ruim – muito pelo contrário. A saudade é um sentimento gostoso, que nos mostra o quanto determinada coisa foi boa e importante na nossa vida – por isso agora sentimos tanta falta.

E dá pra sentir saudade de basicamente tudo o que nos rodeia: um lugar, uma pessoa especial, um cheiro, um sabor… E até mesmo um móvel. Sabe? O primeiro móvel de madeira que você comprou com o seu próprio dinheirinho e que agora não está mais com você. Ou a cadeirinha que você tinha no seu quarto, quando criança. Um baú de madeira onde você guardava seus brinquedos. Ou a antiga penteadeira que te acompanhava nos deliciosos momentos de pré festa.

Afinal de contas, nossos móveis não só embelezam nossa casa, como também marcam uma época da nossa vida e participam de momentos importantes dela.

É por isso que, embalados nesta atmosfera saudosista, convidamos você a contar sua própria história. Sim! Neste Dia da Saudade queremos saber de qual móvel você sente falta e porque ele marcou a sua vida. Para isso, basta acessar os comentários desse post e contar sua história com bastante carinho. =]

As três histórias mais emocionantes, irão para uma enquete onde vocês escolherão a vencedora. E sabe qual será o prêmio? Um móvel da Linha Redesign Cimo à escolha do ganhador. Presente melhor do que esse, impossível!

Afinal, nenhum prêmio seria mais saudosista do que nossos incríveis móveis inspirados em produtos da antiga Fábrica de Móveis Cimo. Eles são especiais, com um design todo diferenciado, e com certeza construirão muitos momentos inesquecíveis na sua casa. Dignos de saudades futuras.

Bora participar e colocar toda esta saudade pra fora? Então leia o regulamento abaixo com bastante atenção e boa sorte!

REGULAMENTO

  • O produto não poderá ser trocado por dinheiro ou qualquer outro tipo de benefício na Meu Móvel de Madeira. Apesar da gente saber que você não vai querer trocar um móvel da Redesign Cimo por nada!
  • Você poderá escrever sua história cheia de saudosismo nos comentários a partir de hoje. O prazo para compartilhar nos comentários vai só até às 23h do dia 5/2, domingo. Fique atento!
  • Não esqueça de preencher todos os campos com seus dados no formulário do comentário, para que possamos entrar em contato com você sem dificuldades.
  • Cada pessoa só pode comentar UMA única vez. Se seu comentário não apareceu ainda, é porque ele está aguardando a aprovação – não precisa se preocupar que logo, logo ele já aparece.
  • No dia 6/2, segunda-feira, publicaremos uma enquete com as três melhores histórias para serem votadas pelo público. A votação ficará aberta até o domingo, dia 12/2, às 18h.
  • No dia 13/2, segunda-feira, iremos divulgar o ganhador que levará pra casa este presentão da MMM – fique ligado, pois esse vencedor pode ser você!

Não deixe de participar!

Boa sorte! =)

Poderá gostar também de:

74 comentários para “Promoção Dia da Saudade”

  1. agnes disse:

    É até coincidência. Ontem à noite enquanto embalava o José nos braços para dormir, lembrava-me de um tempo perdido nas lembranças. Questionava-me se o meu filho terá uma infância doce, e quando se sentar no em futuro longínquo terá a essência de uma saudade brotando nos seus olhos na forma de lagrimas. Voltei- me ao tempo, tive a gostosa sensação da pele enrugada da mão da minha vó em um momento de carinho. Do cheiro de terra molhada.
    Lembro-me de sentir minúscula diante da imensa arvore de madeira que tinha na rua onde brincávamos, sem ter pressa, sem nos preocupar com carros, ou com os pés sujos de terra, de uma felicidade impregnada. Logo mais, quando o sono chegava, a minha vó me sentava à beira da cama, trazia a sua bacia de louça, já trincada pelo tempo que tudo gasta, e me lavava os pés, trançava o meu imenso cabelo, beija-me à testa e em sua cama de madeira antiga, com aqueles mosquiteiros de conto de fadas eu adormecia depois de orar, agradecer por mais um dia e fechava os olhos com o seu beijo.

  2. Lucia Bara disse:

    Tenho saudade de um móvel muito antigo que minha mão tinha; um guarda-louça como era chamado na época, ele tinha duas partes sendo em baixo com duas portas e duas gavetas e em cima uma bancada que sustentava por dois pés tortos outra parte com portas de vidro, era de madeira pintado de verde água e nas portas tinta flores brancas. Dá-me muita saudade porque traz lembranças da minha infância, lembro que minha mãe guardava os alimentos na parte de baixo aonde tinha chave e que logo que ela se distraia eu roubava a chave dela pra pegar do guarda-louça as bolachas caseira que ela fazia, era uma farra, uma molecagem que me dá muita saudade. Não lembro o que ela fez com o armário mas ele esta sempre presente na minha memória.

  3. Barbara disse:

    Mesa grande …
    Quando eu era pequenininha, eu sofria para subir em cima da cadeira e então me apoiar a mesa. É uma mesa com 8 cadeiras, grande, clara, em volta tinha uma cor mais escura, eu achava ela lindona.
    Eu gostava de sentar ali, pois ali era o meu local de fazer as tarefas da escola, nessa mesa, foi onde meus pais me ensinavam as coisas da vida, onde meus pais e irmãos me ajudavam na tarefa e também onde ríamos e onde eu levava as broncas. Eu também usava a mesa para brincar, ela era tão grande na época, que eu ficava la embaixo, por horas. Hoje crescida, essa mesa ainda existe, reunimos para o almoço com a família, jogamos e rimos bastante. Essa mesa faz parte da minha vida. E pra mim ela continua lindona.

  4. Lúcia Quintal disse:

    Minha mãe morava na cidade de Macaé, estado do Rio de Janeiro e eu em Niterói no mesmo estado. Quase sempre íamos visitá-la. Minha faleceu em 2006, mas poucos dias antes do seu falecimento ela me deu uma cadeira de madeira muita antiga, que não tive coragem de levar na época, pois sempre quando chegavámos para mais um fim de semana juntas, lá estava ela sentada na cadeira e lendo a bíblia. Dias depois ela veio a falecer. Hoje a cadeira faz parte da minha sala e sempre que olho para ela, me vem a mente muitas recordações boas.

  5. Felicitas Piñeiro disse:

    Quando vim da Argentina para o Brasil há oito anos tinha dois desafios: mobiliar o meu primeiro apartamento e fazê-lo com pouco, muito pouco dinheiro. Andei a Rua Teodoro Sampaio de cima para baixo e de baixo para cima em busca de bons preços. Muitas coisas eram caras demais para mim naquele momento e sempre pedia por mais descontos nas lojas. Um vendedor ofereceu móveis que estavam para serem descartados por serem velhos e de “troca de coleção”. Claro que eu aceitei ver e fomos no porão da loja, ai me apaixonei por uma mesa de centro em madeira de demolição. Paguei por ela um valor muito pequeno para a época. Essa mesa está comigo desde então. Casei, mudei de casa e ela veio comigo, agora não mais na sala, mas num quarto de estar. Mas, daqui 7 semanas vamos receber o nosso pequeno primeiro filho e o quarto de estar, aos poucos, está virando quarto de bebe. Neste próximo sábado vamos levar a mesa de centro para a casa de praia dos meus sogros. Foi uma sorte que eles queiram trocar uma mesa deles pela nossa. Desta forma eu vou ainda poder desfrutar dela de tanto em tanto. Mas devo admitir que já correram lágrimas quando soube que teria que tirar ela de casa. Ela representa muito para mim: minha vinda para o Brasil, o ganho de maturidade de montar minha primeira casa sozinha, ter que fazer contas e mais contas buscando o melhor que pudesse conseguir com o meu curto dinheiro… gosto dela e fez parte de momentos muito lindos. Eu já avisei o meu marido que assim que tivermos uma chance de trazê-la de novo para casa… ela volta! Se penso nisso, por um lado sei que se trata somente de uma mesa. Mas, ai penso de novo, e sinto no coração quanto ela significa para mim.

  6. Pedro disse:

    Eu sinto é saudade de Beto, que jogava no flamendo… essa semana eu senti foi saudade dele.

  7. O móvel que eu mais tenho saudades é de uma mesinha de uma madeira bem comum que minha mãe comprou quando eu tinha uns 3 anos de idade. A mesa tinha 2 cadeirinhas, uma para mim e outra para o meu irmão. Minha mãe pintou um Pato Donald e uma Margarida na mesa, representando nós dois. A mesa ficava no quarto de brinquedos e era onde nós dois fazíamos nossas tarefas da escola e coloríamos desenhos. Quando um de nós ficava doente, minha mãe pegava a mesinha e colocava na sala, onde comíamos bolachinhas com chá e as outras refeições! Como eu gostava quando ela colocava a mesinha da sala, parecia remédio e logo o doente já estava melhor. Acho que era um instinto de decoração que eu já tinha dentro de mim desde pequenininha! Nós crescemos e a mesinha foi para uma prima mais nova, que também cresceu e hoje não tenho ideia de onde ela está, se é que ainda existe. A única certeza que eu tenho é que quando eu tiver filhos, eles com certeza vão ter uma mesinha toda especial, pintada e envernizada por mim mesma e que eles vão decidir a cada dia onde a mesinha vai decorar!

  8. Mônica Kroth disse:

    Bom,eu tive uma cadeirinha de balanço cor de rosa,onde eu sentava para dar mamadeirinha para minhas bonecas quando eu tinha uns 5 anos de idade…tenho até uma foto! Ela ficou por muitos anos na casa de meu pai e até tinha caído o braço… Gostaria muito de tê-la hoje para dar a minha filha…

  9. Elizabeth Alves Machado da Silva disse:

    A saudade é um sentimento um tanto quanto especial. Ela vem nos momentos mais inesperados e, assim como na publicidade, quando usamos um termo: “palavra puxa palavra”, esse lindo sentimento nos brota assim, a saudade puxando saudade. Assim me lembro saudosamente da caminha em que eu dormia na casa da vovó. Tudo na casa da vovó tinha um cheiro e um sabor singular, mas a cama, em especial (criada pelo meu querido tio José) é que me traz doces recordações todas as manhãs quando sinto cheiro do café docinho (igual ao da vovó), ao sorvê-lo. Bem menor que uma cama normal, mas um pouco maior que a cama dos Sete Anões, embalava, confortavelmente, meu soninho feliz. E eu ainda podia transformá-la em minha casinha de brincar.

    Minha maior surpresa foi ganhá-la de presente da minha vó. Eu a levei para minha casa e vivi deliciosas aventuras com a minha pequena cama que hoje a carrego em minha imaginação e em meu coração!

    Saudades de você, minha pequenina cama!!!

  10. Michele Alves disse:

    Estava eu aqui lembrando…na minha década de 80 se usava muito aquelas fórmicas coloridas, e bateu aquela saudade dos móveis azuis da minha mãe. Tem até uma foto minha, criança sentada em cima da mesa, aquela mesa azul…lembro que era bem geladinho, a fórmica era azul e as bases eram de ferro que era a parte geladinha rsrsrs, era bem lisinha…queria eu hoje em dia poder fazer minha cozinha toda amarelinha (minha cor preferida), assim como fez minha mãe, com sua mesa, cadeiras, fogão e geladeira azul (a cor preferida dela).

  11. Solange Moreira disse:

    O móvel que mais sinto saudades é do berço de minha filha. Aquele cheirinho que fica marcado em meu olfato, as lembranças de trocas de fraldas, o primeiro sonho com aquele sorriso inocente que só os bebês tem quando estão dormindo. Me lembro das noites que passei em claro quando ela não dormia e que eu ficava ali a lado daquele berço morrendo de sono, mas sem reclamar um instante; pois ali estava o meu tesouro, a minha jóia, a minha linda Beatriz que hoje tem 17 anos de idade. Hoje a vejo em sua cama Box – já é uma adolecente – mas nem parece; ainda a vejo como a minha bebezinha linda deitada naquele berço cheio de coisinhas que a vovó coruja dava pra ela. Agora escrevendo esta mensagem, chego a suspirar; pois a saudade é tanta, mas da alegria de ter sido tão abençoada por Deus por ter me feito tão feliz sendo mãe da criatura mais linda e delicada do mundo. POis é, “O Berço De Beatriz” é neste momento o móvel da saudade que me traz tantas recordações boas. E por incrível que pareça, minha única irmã me ligou ontem – 26/02 – feliz da vida e em prantos de felicidade dizendo que está grávida e que o bebê poderá nascer no mês em que minha filha nasceu. Aí lembrei: puxa vida, o berço da Bia já não está mais conosco. Mas agora ela fará também sua própria história e terá também suas próprias saudades, mas boas saudades com eu tenho. Muito obrigada por esta oportunidade de demonstrar este sentimento tão gostoso.

  12. Valéria Ávila de Carvalho disse:

    Quando era pequena, podia ficar horas e horas vendo minha mãe costurar. Adorava fuçar a gaveta de linhas agulhas e apetrechos de costura e quando cansava ia lá brincar com o saco de retalhos guardado no armário e achava um pedacinho aqui e outro ali que de um jeito meio torto virava uma espécie de roupinha pra boneca.

    Ai eu cresci um pouquinho e já conseguia pilotar a tal máquina. Eu disse pilotar? Nem tanto…(rs) a costura era bem tortinha viu, mas ainda assim me atrevi a transformar uma calça jeans em bolsa (que todo mundo gostou) e fiz necessaires com os tais retalhos lá ainda guardados. Não ficava um primor de acabamento, mas aconteciam.

    Mamãe se foi, virou uma linda estrelinha brilhante no céu, e eu fui me esquecendo da velha máquina de costura ali encostada na área de serviço. Nem sei com quem ficou a tal máquina, não me lembro agora, mas fiz questão de guardar as tais recordações que suspiro só de pensar nelas.

    Passou o tempo e eu cresci mais um bocado. Criei asas, sai voando e fui fazer um ninho só meu. Não tão meu assim, é alugado confesso, mas sou eu quem o está recheando da minha nova vida.

    Nem sabia se eu ainda podia encarar uma máquina de costura, mas virava e mexia tinha que costurar um pontinho que descosturou, apertar uma coisinha ali, remendar outra aqui e eu me recusava a ir na costureira só por causa de um pontinho. Fui resgatando as lembranças da máquina de costura e junto com ela pesquisando o que tinha por ai. Queria uma simplezinha que quebrasse esses galhos, e achei!

    No Natal me dei uma maquina daquelas mini de presente!!!

    Apanhei um pouquinho nos primeiros pontos, mas nada que um tutorial no youtube e uma luz do namorado não resolvessem…(rs)

    Desfarçadamente sorri feliz ao ouvir o barulho de uma máquina de costura de novo e voltei a infância brincando com as linhas e retalhos, não aqueles guardados no ármário, devem ter ido embora junto com a maquina velha, mas os novos retalhos que ainda vão contar histórias…

    Não sei se da pra contar como “móvel” mas é uma grande saudade que tenho…

  13. Maíra Rocha Mattos disse:

    Meus avós moravam em uma casa na praia.
    Este foi, durante anos, o destino de todas as minhas férias e muitos fins de semana na infância.
    Minha lembrança desses tempos é uma mistura de sensações: a vista cinematográfica da janela da sala que se abria sobre o mar, o cheiro de bolinho de chuva, o latido dos cachorros que anunciava a chegada de mais algum ente querido e o balanço doce e suave da cadeira de madeira e palinha onde tantas vezes cochilei no colo quentinho da vó.
    Lembro da textura suave da madeira clara, do barulho do ranger das molas e do assento em palha que deixava desenhos hexagonais carimbados nas nossas pernas depois de uma soneca longa.
    Sempre que vejo uma cadeira de balanço parecida, me aperta o coração e chego a embargar de saudade daqueles dias maravilhosos.

  14. Emilene Zanotti Florencio disse:

    Quando eu era pequena, meu pai trabalhava com móveis coloniais, me lembro de ir na fabrica dele e ficar observando aqueles maquinarios imensos, as pessoas compenetradas trabalhando e que algumas vezes deixavam a concentrção de lado para sorrir ou brincar comigo …a maquina de serra e a máquina de flocos, bem como o cheiro de cola misturado com o couro, e eu tão pequena diante daquele mundo paralelo… me encantava…adorava os mostruários de tecidos e sua diversidade …mas pensava que aquilo tudo não era pra criança, só gente grande podia ter aquelas cadeiras trabalhadas de veludo e envernizadas com capricho…mas um dia meu pai apareceu em casa com uma cadeira de madeira feita pra mim e pro meu mundinho…nunca fui uma menina que gostava de cor de rosa ou era tratada como princesa no meu mundo faz de conta, mas meu pai teve sensibilidade pra perceber que eu queria muito um movel daqueles e fez pra mim …era uma cadeira pintada em vermelho bordô bem escuro, com assenento de material sintetico contrastando com a cor principal da madeira e taxinhas em toda volta do seu assento..mas o principal e que fazia toda a diferença, era que no encosto havia um coração vazado que demonstrava todo o afeto que ele tinha por mim e o cuidado com a sua pequena , levava a cadeira pra todo canto, me lembro de empurrar pra baixo e pra cima no quintal…acho que ela deveria ter rodinhas…comia sentada nela, dava papinha pras bonecas, lavava com a mangueira em dias de calor, levava pra casa da vó nos finais de semana, me acompanhou mais do que qualquer boneca, pena não ter guardado a tal cadeira, hj artesã que sou, certamente daria uma repaginada e a colocaria no meu ateliê.

  15. Gabriella disse:

    Que saudades da infância na casa da minha vó!!!
    Confesso que quando eu li o post sobre saudade, tive que forçar a mente para me lembrar de algo tao memorável.
    Eis que me surgiu um momento nostálgico de quando eu era pequena íamos sempre visitar minha vó na Praia Grande, e não lembrei apenas de 1 móvel saudosista e sim de todos.. me bateu aquela saudade gostosa de tudo o que eu vivi por lá.
    Vou mencionar 2 móveis que deixaram saudades. Um deles era uma penteadeira alta, que abria e virava uma caminha, no caso, a minha cama. O momento mais esperado do dia era quando eu via aquela penteadeira se abrir!! Eu achava aquilo muito legal. Uma penteadeira falsa, que abria pela lateral e tinha um estrado de mola dentro. Eu observava e não entendia como aquilo tinha sido pensando e executado. Era mágico!!!
    O outro móvel de madeira era um banquinho, pintado de tinta bege (ele tinha uma pintinha vermelha que eu fiz brincando de tinta, rs). Me lembro que esse era o banquinho que eu usava para ver/ajudar/ tentar não fazer muita bagunça quando minha vó estava cozinhando.
    Eu colocava o banquinho no cantinho da cozinha, e via ela fazendo todas as delicias que ela sabia fazer.
    Lembro também que sempre colocávamos o banquinho la fora, na área, em frente a mesa de metal, para eu pintar e brincar!!
    Que saudades desse tempo que não volta mais!!

  16. Samantha Vianna disse:

    Sinto saudade da cortina do meu quarto de solteira… Desde pequena peguei o costume de esfregar o tecido do berço que fazia um barulhinho e me fazia dormir (palavras da minha mãe claro). Dali passou a ser um pedaço de tecido que ficava embaixo do travesseiro para dormir. Com o passar do tempo, o mesmo tecido foi para a cortina do meu quarto de adolescente, onde transformei o dormir em terapia… Sempre que estava nervosa, encostava na cortina e ficava esfregando ela, ouvindo o barulhinho e pensando na vida… Minha mãe, sempre que entrava no meu quarto e me via ali já se preocupava… Ouvia musica naquele cantinho, relaxava, dormia.. Minha cama sempre ficava pertinho, para conseguir deitar e esfregar ele. Crescemos, amadurecemos, mudamos toda nossa vida, mas a cortina faz uma falta! rs

  17. elaine alves de lima disse:

    TENHO SAUDADE DE UM BAÚ QUE MINHA MÃE TINHA QUANDO EU ERA CRIANÇA.ME LEMBRO QUE ELA GUARDAVA AS NOSSAS ROUPAS DENTRO DELE PORQUE NÃO TÍNHAMOS GUARDA-ROUPA.PARA MIM E MEUS IRMÃOS ERA PURA FESTA. ENTRÁVAMOS DENTRO DELE PARA NOS ESCONDER QUANDO FAZIA BAGUNÇA OU MESMO BRINCANDO DE ESCONDE-ESCONDE. COM O PASSAR DOS ANOS MINHA MÃE SE DESFEZ DELE PRA PAGAR DÍVIDAS E ATÉ HOJE LEMBRO DESSE BAÚ. INCLUSIVE JÁ PROCUREI AQUI NO MEU MÓVEL DE MADEIRA PRA COMPRAR, MAS AINDA NÃO ACHEI NENHUM PARECIDO.

  18. roseane de azevedo peixoto disse:

    O MVEL QUE TENHO SAUDADES ERA UMA QUISTALEIRA QUE ERA TODA DESENHADA,DE FLORES AS PORTAS ERAM DE VIDROS E DENTRO ERA ESPELHADA E AÍ MINHA MÃE GUARDAVA OS CRISTAIS,E AGENTE FICAVA ADIMIRANDO,PORQUE NÃO PODIAMOS PEGAR,E AÍ TINHA UNS COPOS DIFERENTES,VERDES,OUTRO DE FORMATO DIFERENTE TAMBÉM,POXA ERA BOM DEMAIS,OU SEJA OS MÓVEIS ANTIGOS ERAM LINDOS,TENHO SAUDADES.

  19. sophie disse:

    Na hora da separação das coisas da nossa casa, com minha alma decepada, só havia uma coisa capaz de me amparar ; sentar-me naquela cadeira que por anos me acolheu, às noites; ali eu cruzava minhas pernas e o meu cachorrinho se acomodava em conchinha no meio delas. A madeira lisa concentrava estórias e me trazia de volta , como verdade tudo o que eu havia vivido.

  20. maria tereza pagliaro disse:

    tenho saudades da cadeirinha de ba